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Diretoria reinaugura a sede administrativa da ADUFPI: um espaço de luta, acolhimento e construção coletiva

Na última sexta-feira (14), a ADUFPI celebrou a reinauguração de sua sede administrativa, em um momento marcado pela valorização da história do sindicato e pela reafirmação do compromisso com a preservação e o cuidado com o espaço físico, que acolhe e fortalece a organização coletiva de nossa luta.

Mais do que uma estrutura física renovada, a nova sede simboliza a continuidade de uma trajetória construída coletivamente ao longo dos anos e reafirma a história de organização e luta da categoria docente. Como destacou a presidenta da ADUFPI, profa. Escolástica Santos, “nossa sede não é apenas um amontoado de tijolos e concreto; é a materialização de uma história construída por muitas mãos. É lugar de encontro e reencontro da categoria, espaço de construção de laços, de fortalecimento da organização sindical e de valorização da participação docente nas lutas em defesa da educação pública, de condições de trabalho e valorização profissional”.

A celebração foi marcada pela emoção dos reencontros, pelo reconhecimento do trabalho realizado pela Diretoria e pela homenagem àqueles e àquelas que contribuíram para a construção da história da ADUFPI. Memórias de mobilizações, conquistas e desafios se entrelaçaram à celebração deste novo momento, reafirmando que a força do sindicato reside na participação, na organização e na construção coletiva.

A nova sede se apresenta, assim, como expressão de renovação e continuidade, sem romper com a memória e a trajetória construída coletivamente pela categoria docente. Ao contrário, reafirma esse legado e abre caminho para novos capítulos de uma história que segue sendo escrita cotidianamente, a partir da organização e da luta coletiva.

Para a Diretoria da ADUFPI, a reinauguração da sede administrativa representa o fortalecimento de uma casa que pertence à categoria docente: um espaço de acolhimento, organização, debate e resistência, preparado para receber novas demandas e desafios e, sobretudo, para seguir impulsionando as lutas em defesa dos direitos das(os) docentes e da universidade pública.