A ADUFPI intensificou, nesta semana, sua atuação em defesa da carreira docente e da participação da categoria nas decisões que envolvem a regulamentação da progressão e da promoção funcional na Universidade Federal do Piauí (UFPI).Na segunda-feira (10), a entidade realizou uma primeira rodada de Assembleias (na sede e nas Regionais) do segundo semestre de 2026, tendo como centralidade o debate sobre a minuta de resolução que estabelece normas para a progressão e a promoção funcional das(os) docentes da Universidade.
A discussão realizada com a categoria permitiu identificar aspectos do texto que demandam aperfeiçoamento e apresentar propostas de alteração. As contribuições elaboradas pelas(os) docentes foram sistematizadas pela Diretoria da ADUFPI e encaminhadas à Administração Superior da UFPI, buscando reafirmar a necessidade de uma construção participativa no que se refere às regulamentações que regem nossa carreira e nossas condições de trabalho.
Com esse propósito, na manhã desta terça-feira (11), a presidenta da ADUFPI, profa. Escolástica Santos e a vice-presidenta, profa. Bárbara Johas, participaram da reunião do Conselho Universitário (CONSUN), que tinha entre os pontos de pauta a análise da referida minuta.Durante a reunião, diante da manifestação da relatora de que não havia tido tempo suficiente para analisar as propostas de alteração apresentadas pelo sindicato, o processo foi colocado em diligência. Isso permitirá que nossas contribuições possam ser analisadas antes da continuidade da tramitação do processo.
Para a ADUFPI, a regulamentação da progressão e da promoção funcional não pode ser tratada apenas como uma questão administrativa. Trata-se de uma matéria diretamente relacionada à carreira, à valorização profissional e aos direitos das(os) docentes da UFPI. Por isso, a ADUFPI seguirá acompanhando de forma atenta a tramitação do processo nas instâncias da Universidade. O sindicato reafirma, assim, seu compromisso com a defesa de uma carreira docente valorizada, com regras claras e democráticas e com a garantia de que as decisões que afetam a vida funcional das(os) professoras(es) sejam construídas com a participação efetiva da categoria.





