Adufpi assina Manifesto Coletivo em defesa da Vida!

Educação sem COVID! Aulas presenciais somente com a vacina e testagem em massa

Desde os primeiros casos de Covid-19 por contaminação do novo Corona vírus no Brasil, a população tem assistido a uma série de consequências da negligência dos entes de estado, protagonizados especialmente pelo governo federal de Jair Bolsonaro (sem partido), culminando em uma política genocida que nada fez para evitar milhares de mortes ao longo dos últimos meses em pandemia.

Ao contrário disso, sem titular no Ministério da Saúde há mais de 03 meses, o governo federal é diretamente responsável por milhares de mortes que poderiam ser evitadas com medidas simples como o distanciamento social e a utilização de máscaras, contra o que Bolsonaro fez campanha explícita. Diante das dificuldades de contenção da doença, a sociedade se vê em meio a uma crise que afeta não somente a saúde, mas também empregos e as condições básicas de sobrevivência.

E com o passar do tempo, mesmo ultrapassando as 100 mil mortes no país, governos e patrões não abrem mão do desejo insano de aumentarem lucros, através da exploração da força de trabalho de homens, mulheres e da juventude, enfim, dos setores mais vulneráveis da população, forçando a retomada de atividades não essenciais no comércio, indústria e órgãos públicos.

Em algumas cidades planejam e já até efetivam, o retorno de atividades escolares presenciais. Sobre este ponto, é urgente que entidades de classe, professores (as), funcionários (as), estudantes, familiares em todas as comunidades escolares públicas e privadas, sejam alertadas sobre o perigo que essas retomadas representam.

Esses planos anunciam a tragédia na qual governos e patrões arriscam expor à contaminação por Corona vírus profissionais, crianças, adolescentes e suas famílias, em especial nas periferias e bairros pobres das cidades, considerando o contexto de escolas públicas e da maioria das escolas privadas, onde não há a mínima estrutura física e organizativa para enfrentar o alto risco de contaminação. São muitas as falácias divulgadas por governos sobre controle de taxa de contaminação.

O Brasil é um dos recordistas no número de mortes e o governo faz pouco caso das vidas perdidas. Não há vacina autorizada, não há protocolo totalmente seguro, não há testagem sistemática e em massa, não há recomendação médica e nem científica que aponte favoravelmente ao retorno das atividades escolares presenciais.

O distanciamento social, tão fundamental no controle da pandemia é quase impossível de ser efetivado entre crianças e adolescentes no espaço escolar. A utilização correta dos equipamentos de proteção, as máscaras, o álcool em gel e as medidas sanitárias e de higiene se tornam desafios assustadores.

Muitos profissionais apresentam comorbidades, aumentando o risco de morte em caso de contaminação e as crianças não estão imunes ao vírus e a transmissibilidade por pessoas assintomáticas não está descartada. Ademais, todos os protocolos que governos estaduais, municipais e proprietários de escolas afirmam estarem trabalhando não respeitam e nem dão voz às representações de classe, aos sindicatos, associações, funcionários (as), professores (as) e estudantes, demonstrando total falta de respeito às principais autoridades no assunto e que, no caso, estarão submetidas a executar e fiscalizar tais protocolos no chão de cada estabelecimento de ensino.

Os governos e patrões dificultaram de muitas formas uma quarentena eficaz em todo o país. Agora querem, a qualquer custo, uma flexibilização total e uma normalização do contexto pandêmico, onde trabalhadores, pobres, negras e negros, moradores de periferias são os mais afetados e morrem diariamente.

Neste sentido, afirmamos que reabrir escolas sem vacina e testagens sistemáticas e fidedignas, bem como todas as medidas de segurança, é uma política criminosa, genocida. Repudiamos e nos posicionamos CONTRÁRIOS ao protocolo aprovado na Assembleia Legislativa do Piauí no último dia 12 de agosto, de maneira antidemocrática, sem consultar as entidades representativas e sem contemplar as principais medidas de proteção às vidas de professores, funcionários, estudantes e seus familiares e autorizando ao poder executivo o retorno às aulas presenciais.

Dessa forma, as entidades representativas de professores (as), funcionários (as) e estudantes que assinam este MANIFESTO, organizadas no Fórum Pelos Direitos e Liberdades Democráticas, convoca o conjunto da classe trabalhadora e população em geral a somar na luta EM DEFESA DA VIDA, para um retorno às aulas presenciais apenas com vacina e testagem em massa das comunidades escolares. Ano letivo se recupera.

Desde os primeiros casos de Covid-19 por contaminação do novo Corona vírus no Brasil, a população tem assistido a uma série de consequências da negligência dos entes de estado, protagonizados especialmente pelo governo federal de Jair Bolsonaro (sem partido), culminando em uma política genocida que nada fez para evitar milhares de mortes ao longo dos últimos meses em pandemia. Ao contrário disso, sem titular no Ministério da Saúde há mais de 03 meses, o governo federal é diretamente responsável por milhares de mortes que poderiam ser evitadas com medidas simples como o distanciamento social e a utilização de máscaras, contra o que Bolsonaro fez campanha explícita.

Diante das dificuldades de contenção da doença, a sociedade se vê em meio a uma crise que afeta não somente a saúde, mas também empregos e as condições básicas de sobrevivência. E com o passar do tempo, mesmo ultrapassando as 100 mil mortes no país, governos e patrões não abrem mão do desejo insano de aumentarem lucros, através da exploração da força de trabalho de homens, mulheres e da juventude, enfim, dos setores mais vulneráveis da população, forçando a retomada de atividades não essenciais no comércio, indústria e órgãos públicos.

Em algumas cidades planejam e já até efetivam, o retorno de atividades escolares presenciais. Sobre este ponto, é urgente que entidades de classe, professores (as), funcionários (as), estudantes, familiares em todas as comunidades escolares públicas e privadas, sejam alertadas sobre o perigo que essas retomadas representam. Esses planos anunciam a tragédia na qual governos e patrões arriscam expor à contaminação por Corona vírus profissionais, crianças, adolescentes e suas famílias, em especial nas periferias e bairros pobres das cidades, considerando o contexto de escolas públicas e da maioria das escolas privadas, onde não há a mínima estrutura física e organizativa para enfrentar o alto risco de contaminação.

São muitas as falácias divulgadas por governos sobre controle de taxa de contaminação. O Brasil é um dos recordistas no número de mortes e o governo faz pouco caso das vidas perdidas. Não há vacina autorizada, não há protocolo totalmente seguro, não há testagem sistemática e em massa, não há recomendação médica e nem científica que aponte favoravelmente ao retorno das atividades escolares presenciais.

O distanciamento social, tão fundamental no controle da pandemia é quase impossível de ser efetivado entre crianças e adolescentes no espaço escolar. A utilização correta dos equipamentos de proteção, as máscaras, o álcool em gel e as medidas sanitárias e de higiene se tornam desafios assustadores. Muitos profissionais apresentam comorbidades, aumentando o risco de morte em caso de contaminação e as crianças não estão imunes ao vírus e a transmissibilidade por pessoas assintomáticas não está descartada.

Ademais, todos os protocolos que governos estaduais, municipais e proprietários de escolas afirmam estarem trabalhando não respeitam e nem dão voz às representações de classe, aos sindicatos, associações, funcionários (as), professores (as) e estudantes, demonstrando total falta de respeito às principais autoridades no assunto e que, no caso, estarão submetidas a executar e fiscalizar tais protocolos no chão de cada estabelecimento de ensino. Os governos e patrões dificultaram de muitas formas uma quarentena eficaz em todo o país. Agora querem, a qualquer custo, uma flexibilização total e uma normalização do contexto pandêmico, onde trabalhadores, pobres, negras e negros, moradores de periferias são os mais afetados e morrem diariamente.

Neste sentido, afirmamos que reabrir escolas sem vacina e testagens sistemáticas e fidedignas, bem como todas as medidas de segurança, é uma política criminosa, genocida. Repudiamos e nos posicionamos CONTRÁRIOS ao protocolo aprovado na Assembleia Legislativa do Piauí no último dia 12 de agosto, de maneira antidemocrática, sem consultar as entidades representativas e sem contemplar as principais medidas de proteção às vidas de professores, funcionários, estudantes e seus familiares e autorizando ao poder executivo o retorno às aulas presenciais.

Dessa forma, as entidades representativas de professores (as), funcionários (as) e estudantes que assinam este MANIFESTO, organizadas no Fórum Pelos Direitos e Liberdades Democráticas, convoca o conjunto da classe trabalhadora e população em geral a somar na luta EM DEFESA DA VIDA, para um retorno às aulas presenciais apenas com vacina e testagem em massa das comunidades escolares. Ano letivo se recupera.

Vidas perdidas, não! Assinam este Manifesto as entidades representativas de professores (as), funcionários (as) e estudantes de estabelecimentos educacionais públicos e privados: SINTE / SINDSERM / SINPRO / ADCESP / ADUFPI / AMES / SINTUFPI / ADUFPI / SINDIFPI / SINTUESPI / DCE UFPI / DCE UESPI / FESPPI /SINTE / SINDSERM / SINPRO / ADCESP / ADUFPI / AMES / SINTUFPI / ADUFPI / SINDIFPI / SINTUESPI / DCE UFPI / DCE UESPI / FESPPI /

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