LUIZ JUNIOR TRANSFORMA A UFPI EM PALANQUE

Out. 30, 2009, 1:05 p.m.

 

REITOR LUIZ JUNIOR TRANSFORMA A UFPI EM PALANQUE ELEITORAL

 

O OBSERVATÓRIO tomou conhecimento, em primeira mão, de uma nota de repúdio da ADUFPI a mais uma atitude personalista, autoritária, patrimonialista e carreirista do Reitor LUIZ JUNIOR. A nota por si só diz tudo. Vejam abaixo:

REITOR LUIZ JUNIOR TRANSFORMA A UFPI EM PALANQUE ELEITORAL DE HUGO NAPOLEÃO

A comunidade universitária ficou estarrecida com a notícia de que a UFPI, por meio do seu Conselho Universitário, aprovou a concessão do título de “Doutor Honoris Causa” ao Sr. Hugo Napoleão do Rego Neto. Diga-se que a concessão desse título foi proposta pelo Sr. João Messias, técnico-administrativo da UFPI, atualmente ocupando cargo comissionado de livre nomeação do reitor, ex-prefeito de Batalha-PI e também correligionário, cabo eleitoral e amigo pessoal de Hugo Napoleão. A proposta foi ardorosamente defendida pelo reitor Luiz Júnior, ao ponto de causar constrangimento ao Conselho Universitário. Fica evidente que o critério utilizado pelo reitor Luiz Junior, para conceder tal honraria foi exclusivamente político, visto que, o homenageado não teve seu tempo marcado por atividades científicas e acadêmicas desenvolvidas na UFPI ou fora desta. O Sr. Hugo Napoleão dedicou a sua vida à atividade político-partidária, tendo nesta condição, cumprido a obrigação de viabilizar para a UFPI recursos, em sua maioria, já constitucionalmente garantidos. Além do mais, se o critério foi exclusivamente político, temos na nossa história personalidades do mundo político que, efetivamente, muito mais contribuíram com a UFPI e nunca foram lembradas para tal honraria. Para ilustrar, podemos destacar o ex-ministro Reis Veloso, bem como, o ex-governador Alberto Silva.

Ressalta-se que, ao longo de sua história, a UFPI tem contado com a presença, no seu quadro de docentes, de personalidades dotadas de grande capacidade intelectual e acadêmica que contribuem de forma singular para o seu engrandecimento, bem como para o desenvolvimento do estado do Piauí, e, mesmo assim, nunca foram lembrados para receber tal honraria.

A comunidade universitária diante de mais esta atitude personalista do reitor Luiz Júnior, lamenta, profundamente, que a UFPI, pressionada e instrumentalizada pelo seu gestor maior, se coloque a serviço de alguém que apenas deseja reconstruir o seu caminho de volta ao poder político, porquanto, o homenageado é postulante a uma cadeira no Congresso Nacional. É vergonhosa a postura do reitor Luiz Júnior ao transformar a UFPI, que não é dele, em palanque eleitoral a serviço do senhor Hugo Napoleão, que também aproveita o ensejo para no dia seguinte promover grande festa, certamente com a presença do seu grande neo-amigo Luiz Júnior, alusiva ao seu aniversário, ocasião em que deverá contar com a presença de todos os seus cabos eleitorais. Fica, então, evidente que estes acontecimentos servirão de marco inicial da campanha eleitoral do Sr. Hugo Napoleão.

Como costuma afirmar o reitor Luiz Júnior, “nunca na história da UFPI”, esta Universidade foi transformada em palanque político-eleitoral como acontece agora de forma insofismável, o que caracteriza mais um absurdo da sua gestão.

Diante destes fatos, indiscutivelmente graves, com indícios fortes de antecipação de campanha eleitoral/crime eleitoral, temos a esperança e a firme convicção de que o Ministério Público Federal haverá de adotar as providências cabíveis.

 

A Diretoria.

 

COMENTÁRIOS DO OBSERVATÓRIO:

Diante desse texto produzido pela ADUFPI, só cabe ao OBSERVATÓRIO acrescentar fatos que esclarecem algumas negociatas, que fizeram com que o Reitor LUIZ JUNIOR cometesse mais esse descalabro contra o patrimônio moral, intelectual e acadêmico da UFPI. ISSO É UMA VERGONHA!

O OBSERVATÓRIO, por meio de sua antiga informante, ALDORA LEBRE, sabe que essa honraria, ora concedida, ao Sr. HUGO NAPOLEÃO, é parte de uma negociata que envolve, entre outras coisas, a acomodação do filho de Reitor LUIZ JUNIOR em escritório de advocacia famoso no Brasil no qual o Sr. HUGO NAPOLEÃO exerce grande influência. Frisamos que essa informação foi nos passada pela nossa antiga informante, ALDORA LEBRE, que também nos passou outras informações preciosas, vejam:

a) A Professora ALDORA LEBRE afirmou em alto e bom tom na presença de vários professores, que intermediou um fausto jantar para fazer a aproximação entre o Reitor LUIZ JUNIOR e o Sr. HUGO NAPOLEÃO. Esse jantar se realizou na casa do Sr. HUGO NAPOELÃO. Eis aqui o início da negociata;

b) Nesse jantar, segundo a Professora ALDORA LEBRE, ficou acertado que o Sr. HUGO NAPOLEÃO receberia o título de Dr. Honoris Causa da UFPI e, em troca, o Reitor LUIZ JUNIOR teria seu filho acomodado em famoso escritório de advocacia;

c) Como sobejo dessa negociata ainda restaram “BOMBONS” para a Professora ALDORA LEBRE e para o seu filho, SÉRGIO LEBRE. A professora ALDORA LEBRE presta serviços ao Reitor LUIZ JUNIOR, ela se diz a fotógrafa preferida do Reitor. Afirma também que é muito bem remunerada por esse trabalho, que esse dinheiro vem por fora do contracheque e nem ela sabe de que fonte vem, porém, desconfia que seja da EaD (Programa de Educação a Distancia dirigida por GILDÁSIO GUEDES). SÉRGIO LEBRE é freqüentador assíduo das folhas da UFPI e recentemente foi agraciado com a nomeação para um cargo de direção, que nunca apareceu no quadro de Funções Gratificadas e Cargos de Direção da UFPI, que estavam disponibilizados no antigo site da UFPI. MISTÉRIO! HAJA TRANSPARÊNCIA!

d) Tudo indica que a negociata não envolveu apenas essas trocas de favores, que por si só, já são imorais, ilegais e ilegítimas. Muito ainda há de se revelar sobre os bastidores e o conteúdo dessa negociata. Enquanto isso a UFPI se desmoraliza e o Reitor LUIZ JUNIOR posa como seu Senhor Feudal. Até quando?

e) Em breve o OBSERVATÓRIO voltará a comentar sobre os desdobramentos desta honraria, principalmente sobre carreirismo político partidário pretendido pelo Reitor LUIZ JUNIOR, por meio da subjugação e dilapidação do patrimônio moral, intelectual, acadêmico e material da UFPI.

 

EM TEMPO:

Hoje, muito se comenta na Europa que depois da passagem de um certo brasileiro pela Espanha, o vocabulário foi enriquecido. Se em português ele diz “OS PESSOAL FORAM”, com esse brasileiro os espanhóis aprenderam a dizer: “LOS PESSOALES FORAM”. HAJA CULTURA!

 

 

Ass.

 

OBSERVATÓRIO ADUFPI

 

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