Professores definem 1º de maio como abertura da Campanha Salarial 2007

Maio 26, 2009, 4:35 p.m.

Os docentes de todo o Brasil escolheram o Dia do Trabalhador, 1º de maio, como dia de luta por melhores condições salariais da categoria. No Piauí, a Associação dos Docentes da Universidade Federal do Piauí – ADUFPI também seguirá a orientação do Sindicato Nacional dos Docentes de Ensino Superior, o Andes, que deliberou no Congresso Nacional, em Campina Grande, em março, que o 1º de maio é a data-base para reajuste salarial dos professores das universidades federais.

Os docentes das federais acumulam mais de 150% de perdas salariais, que vão desde o primeiro mandato do governo FHC o de Lula (1995 a 2006), segundo dados do Dieese. Fora os reajustes salariais, a ADUFPI vem mobilizando a categoria para lutar, em conjunto com as demais federais, pelo reajuste anual com base na inflação e mais percentual de ganho real. “Nesta campanha, a luta também é para que haja correção das distorções na carreira, isonomia salarial, paridade entre ativos, aposentados e pensionistas, fim das terceirizações e contratos temporários com abertura de concursos públicos e novas vagas”, disse o presidente da ADUFPI, professor de engenharia da UFPI, Francisco Cardoso.

Para integrar a categoria e começar as mobilizações, a diretoria da ADUFPI realizará no dia 1º de maio uma manhã de sol na sede social da entidade, com música ao vivo. “Faremos assembléias a partir daí para discutirmos formas de atuar para intervir junto ao MEC pelos nossos salários, defasados há mais de 12 anos, pois ficamos muito tempo sem reajuste e quando houve não acompanhou a inflação. Fora isso, precisamos de um plano de carreira urgente que contemple a todos, inclusive os aposentados”, destacou Cardoso.

O presidente da ADUFPI enfatizou que a entidade também está preocupada com as reformas para a universidade pública, principalmente com os projetos Universidade Nova e Universidade Aberta e realizará vários debates para discernimento dos temas. O Andes considera que os projetos do governo federal levarão à precarização do trabalho docente, criação de centros de excelência e que esses projetos estão sendo passados para os reitores para aprovação ou não sem ampla discussão com os docentes e a própria sociedade.

 

 

Márcia Cristina

Ass. Comunicação ADUFPI

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