Avaliação física ajuda a melhorar resultados

Abril 23, 2015, 8:26 a.m.

A busca por atividades físicas em Teresina é cada vez maior. O crescimento no setor de academias e empresas ligadas a saúde do corpo, aumentou consideradamente nos últimos anos. São jovens, adultos e idosos, buscando ficar bem com a balança. O que pouca gente sabe é a importância de uma avaliação física antes de iniciar a prática de toda e qualquer atividade física.

De acordo com especialistas, cada organismo reage de uma maneira diferente aos exercícios, sejam eles em academias ou praticando esportes, como vôlei, ciclismo e futebol. O Processo de adaptação ao ritmo daquela atividade física e o resultado final que aquele indivíduo vai ter, varia de pessoa para pessoa. “A avaliação física é imprescindível para qualquer pessoa que vá começar a praticar alguma atividade, seja fazer exercícios em casa ou simples caminhadas pelas ruas do bairro”, explica o educador físico e presidente da ADUFPI, Marcos Antônio dos Santos.

A avaliação física é imprescindível não só para avaliar a aptidão física relacionada à saúde e ao desempenho esportivo como também para verificar a evolução do praticante e os resultados dos exercícios que estão sendo praticados. “As avaliações físicas são testes antropométricos e ergométricos feitos por especialistas, que identificam o atual estado de condicionamento físico muscular, cardiorrespiratório, de percentual de gordura, além de outras avaliações, como a postural. Para dar início a esse teste, é necessário que se obtenha uma boa anamnese, que é um questionário para verificar hábitos alimentares, algumas doenças hereditárias, questões cirúrgicas e de atividades físicas do praticante”.

Através dessas avaliações é que o educador físico vai fazer um programa de exercícios eficaz, que combina adequadamente frequência, duração e intensidade dos esforços físicos, de acordo com as condições e necessidades de cada um. Exercícios praticados de maneira errada e sem orientação adequada, aumentam a probabilidade de ocorrerem acidentes, assim como o risco de precipitação de acidentes cardiovasculares, lesões ortopédicas, e ainda desgastes indevidos, que podem provocar fadiga excessiva, tanto psicológica como física.

Marcos salienta que umas das principais causas de desistências logo nos primeiros estágios dos programas de atividades físicas, é o desconforto provocado por certos exercícios, não são os mais indicados naquele momento, para as condições e necessidades apresentadas por quem está praticando a atividade física. Outro ponto também apontado pelo educador físico é a pressa por resultados. “Qualquer meta ao entrar em uma academia ou na pratica de um esporte, não acontece de um dia para a noite. É preciso ter paciência e disciplina, aliada à um bom programa de exercícios e a avaliação física, ajuda ao profissional a identificar quais são eles”, finaliza Marcos.

Para o fisiologista e doutor em Ciências da Motricidade, Alexandre Sérgio professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB),que esteve em Teresina para um treinamento de professores, estagiários e funcionários parceiros que trabalham no setor de esportes da Associação de Docentes da Universidade Federal do Piauí (ADUFPI), a as avaliações  estão cada vez mais elaboradas e com dados que visam dar resultados aos praticantes de atividades físicas. Com o modelo de avaliação que ele trouxe a capital, juntamente com os equipamentos de bioimpedância, os professores da academia terão  capacidade de verificar qual é a capacidade do aluno, prescrever o exercício correto e na intensidade adequada. “A meta é que esses professores possam oferecer aos alunos uma atividade física mais segura, assim ele terá uma avaliação física mais criteriosa e personalizada, além disso, a comunidade terá acesso aos resultados de todo esse processo. Ou seja, o praticante de exercícios estará acompanhando, junto ao seu professor, o que as atividades estão trazendo de benefícios para o seu corpo, seja em saúde ou em estética”, contou.

Fonte: ASCOM ADUFPI

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