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Assembleia Geral discute ações contra Reforma da Previdência e MP 873/2019

  • In Sindical
  • 22:38, Mar 28
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A categoria docente da Universidade Federal do Piauí se reuniu para debater pautas relacionadas a Reforma da Previdência e a Medida Provisória 873/2019 que prevê a proibição de pagamentos descontados em folha de organizações sindicais.

Na tarde dessa terça-feira (19) de março, no auditório central da Adufpi, a categoria docente da Universidade Federal do Piauí se reuniu para debater pautas relacionadas a Reforma da Previdência e a Medida Provisória 873/2019 que prevê a proibição de pagamentos descontados em folha de organizações sindicais. 

A medida dificulta a organização sindical e financeira de associações docentes por todo país em uma tentativa de desarticulação dos movimentos sindicais. De acordo com o assessor jurídico Helbert Maciel desde o ano passado movimentos do Governo Federal tendem a inviabilizar o pleno funcionamento da academia. Helbert comenta também a busca imediata de alternativas que mantenham a contribuição sindical.

Em um segundo momento foram encaminhadas ações e manifestações contra a Reforma da Previdência, bem como o Ato Nacional de 22 de março com panfletagem, agendas de discussão sobre a Reforma e moção de solidariedade aos professores e trabalhadores da UESPI.

ATUALIZADO (20/03/2019)

Prezados associados (as),

Em assembleia da categoria realizada no dia 19 de março de 2019, deliberou-se pela aprovação de que a ADUFPI faça o repasse das mensalidades sindicais dos associados(as) via desconto em conta, no mesmo valor já anteriormente acordado no desconto em contracheque e em rubricas já pertencentes ao cotidiano financeiro da Sede Administrativa, a exemplo das mensalidades cobradas a partir do usufruto de serviços disponibilizados em nossa Sede aos associados(as).

A medida tem o objetivo de garantir que os acordos financeiros já formados pela ADUFPI sejam mantidos, bem como o fortalecimento da luta contra o esfacelamento dos sindicatos. Fortaleceremos ainda mais a resistência contra os ataques aos direitos dos trabalhadores(as) e que se materializa com a recente reforma trabalhista, reforma da previdência (dentre outros exemplos).

Em relação a MP 873, que fere a liberdade de associação e tenta dificultar as contribuições financeiras aos sindicatos e entidades representativas de classe, reafirmamos que a arbitrariedade desta Medida Provisória terá efeito contrário, os sindicatos estarão ainda mais fortes na resistência contra o pacote de maldades que quer se instituir a partir da eleição do presidente Jair Bolsonaro e a tentativa de implementação de medidas que visam acabar com conquistas históricas das populações mais desassistidas desse país! Tais ações fascistas/ditatoriais jamais irão nos abater, a força virá das ruas!

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